Olho em volta e estas no meu alcance, suspiro de alivio e olhas para mim, sabes que estou a olhar e ambos sabemos que tudo mudou..
Olhos nos olhos, esquecemos nossas duvidas! Trazemos ambos uma intensa carga emocional, que descarregamos com os olhares. Seguimos rumos diferentes, caminhos que não mais se cruzarão! Olhas para mim esse olhar me toca como uma lamina afiada, sabemos que já e tarde de mais para voltar atrás, mesmo assim olhamos um para o outro. A estupidez cobre-nos de uma tristeza sem igual, já se faz muito tarde, já não teríamos paciência um para o outro, cada olhar transmite um adeus, faz-me entristecer e sei que a ti também.
Olhamos-nos e reparamos que não estamos sós, noto um brilho estranho no teu olhar, sei que desvias uma lágrima, não me queres mostrar fraqueza perante alguém que esta igualmente fraco. Naquele banco, naquele jardim, naquela tarde, descobrimos o significado da palavra “solidão”. Levemente te levantas segues-me com o olhar, eu permaneço sentada, na dúvida do que iras fazer, vens ao meu encontro, nenhum de nós e suficientemente forte para dissertar uma palavra que fosse.
Foi impacto, foi amizade, foi carinho, não sei o que foi, apenas sei que sem palavras, me abraças-te, e durante momentos ficamos assim, inconscientes e vitimas dos nossos próprios actos, é impossível, não deixar escapar os sentimentos, sei que tens os olhos molhados como nunca tinha visto antes. Respiro fundo, sei que sentes, apenas me das um beijo de respeito, e afastas-te seguindo o teu caminho. Eu não olho para traz, mas sei que tu também não. Somos mais fortes que o que deixamos transparecer.
“eu te amo mesmo quando não a palavras” ..
“vem voar comigo! “ – lembras-te?
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Olhos nos olhos, esquecemos nossas duvidas! Trazemos ambos uma intensa carga emocional, que descarregamos com os olhares. Seguimos rumos diferentes, caminhos que não mais se cruzarão! Olhas para mim esse olhar me toca como uma lamina afiada, sabemos que já e tarde de mais para voltar atrás, mesmo assim olhamos um para o outro. A estupidez cobre-nos de uma tristeza sem igual, já se faz muito tarde, já não teríamos paciência um para o outro, cada olhar transmite um adeus, faz-me entristecer e sei que a ti também.
Olhamos-nos e reparamos que não estamos sós, noto um brilho estranho no teu olhar, sei que desvias uma lágrima, não me queres mostrar fraqueza perante alguém que esta igualmente fraco. Naquele banco, naquele jardim, naquela tarde, descobrimos o significado da palavra “solidão”. Levemente te levantas segues-me com o olhar, eu permaneço sentada, na dúvida do que iras fazer, vens ao meu encontro, nenhum de nós e suficientemente forte para dissertar uma palavra que fosse.
Foi impacto, foi amizade, foi carinho, não sei o que foi, apenas sei que sem palavras, me abraças-te, e durante momentos ficamos assim, inconscientes e vitimas dos nossos próprios actos, é impossível, não deixar escapar os sentimentos, sei que tens os olhos molhados como nunca tinha visto antes. Respiro fundo, sei que sentes, apenas me das um beijo de respeito, e afastas-te seguindo o teu caminho. Eu não olho para traz, mas sei que tu também não. Somos mais fortes que o que deixamos transparecer.
“eu te amo mesmo quando não a palavras” ..
“vem voar comigo! “ – lembras-te?
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