Ás vezes, o que sinto é uma ironia da irrealidade diária a que estou presa,
O que não sinto é o que passou e não deixou marca, ou já passou e esqueci.
Nem sei o lado correcto das coisas certas,
nem o lado errado das coisas falsas e mentirosas, é verdade sim!
Eu, própria engano-me e finjo não ver, o que, por mais absurdo que seja
esta diante de mim.
É como um furacão de sensações, é um carrocel que não tem fim.
Perco-me. Prendo-me. Liberto-me.
Quanto gostava que fosse assim!
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